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quarta-feira, 1 de junho de 2011

afinal todas as amizades têm um fim.

Desta vez nao chorei, desta vez nao senti culpa nem sequer uma réstia de mágoa. Foste tu quem escolheu, foste tu quem deitou tudo a perder, foste tu (...) Perdoa-me a ironia, sabes que faz parte de mim; faz tao parte de mim como o cinismo a que já me habituaste. De facto, só mesmo se eu fosse muito estúpida é que voltaria a perdoar-te, só mesmo se estivesse de olhos vendados. Apesar de tudo, nao te desejo mal, mas também nao me importo com nada que te diga respeito. Ficas no teu caminho com quem te quer bem eu fico no meu; jamais tenciono voltar a ter que olhar para ti; só mesmo num acaso, numa mera coincidência. E só mais uma coisa, ao contrário do que julgas, eu nao sou parva e conheço-te bem. Espero que sejas feliz, espero (...)

"para tudo há um fim, sei-o agora."

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