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domingo, 1 de agosto de 2010

assim ate quero dormir !


olhei-te e tu viste-me também, ficámos por segundos ou até mesmo minutos (não tenho bem a noção), a olhar um para o outro. chamaste-me com uma voz tão ternurenta que eu não resisti a aproximar-me de ti, eu sabia que não podia, aliás não devia, depois de tudo ainda me cativavas. o teu olhar e o teu sorriso são as coisas que mais fascínio me dão. cheguei-me perto de ti e tu abraças-me, um daqueles abraços enormes envolvidos em saudade. senti o teu cheiro e a tua respiração acelerada junto do meu pescoço, disseste-me ao ouvido com uma voz meiga "estava cheio de saudades tuas amor". descolaste o teu corpo do meu e encaixaste na perfeição a tua mão na minha, apertaste com força e já com esses olhos a brilhar disseste-me, olhos nos olhos, "amo-te como sempre te amei". eu, sem tempo para dizer alguma coisa ou dirigir todas aquelas emoções, senti calorosamente os teus lábios colados aos meus, deste-me um beijo daqueles tipo filme, de tirar o folêgo. senti-te, mais do que nunca, perto de mim (não só fisicamente). depois caminhámos, lado a lado pela rua, de mãos dadas. sabíamos tão bem, era aquilo que nós queríamos e que tanto precisávamos (...) ouvi o despertador tocar, aquela música irritante estragou o nosso momento, desculpa. afinal ... foi

um sonho, e que sonho. sorriso, amo-te

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